Um mergulho na consciência
reencontro a essência
do germe que sobre mim pousou
aprecio estupefato o verme que sou.
Memórias escondidas
vontades reprimidas
de coisas não vividas
em palavras jamais proferidas.
Institito maldito
de destruir,
me deixa aflito
por não poder o desejo possuir.
Sinto-me sujo
em um invisível lodaçal
um pântano cujo
afundei-me, e desconheço seu final.
O que diabos aqui faço
nessa madrugada
escrevendo essa palhaçada?
O que inutilmente caço,
porquê nesse conflito estou?
Nenhum comentário:
Postar um comentário