Possuir-te toda inerte,
ter-te mesmo morta.
Ânsia que insana se verte
numa consumação torta.
Gozar teu corpo nu,
aquentá-lo com o meu.
Diante do céu azul
do descampado cemitério
ainda mostrar que sou teu!
E num êxtase alucinado
do meu instinto demoníaco saciado,
para que o crime então se agrave, soberano e firme
meu gozo deixarei sobre o teu cadáver!
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