Ele morreu
nunca mais o tornaremos a ver,
nobre guerreiro
que só queria para casa volver.
Ele atravessou rios e pedras
enfrentou flechas, e o frio que medra
sonhando com a sua amada.
Hoje inerte se deita
por essa lança cortado.
Sua face serena a morte peita,
não fora pelo inimigo derrotado.
Sopram os ventos da floresta
o lamento pelo soldado caído.
Correm sedentos os bichos, ao som do brado
do fim de um ente querido.
Desce ó guerreiro, desce para os teus ancestrais!
Seu corpo fica na terra,
sua alma para os teus, vais!
Vais encontrar teu repouso
depois de passares por essa barca encantada,
terás enfim o gozo,
no Vahalla, findarás tua jornada!
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